Catalina Estrada e suas estampas

Colombiana, radicada em Barcelona, a designer Catalina Estrada é uma amante das cores e do folclore latino-americano. Animais, flores e deusas da selva são a maior fonte de inspiração para suas estampas alegres, complexas e ricas em detalhes.

No currículo, Catalina tem colaborações com empresas como Target, Levi’s, Smart, Paul Smith e Coca-Cola. Já fez capas para livros de Paulo Coelho, desenvolve estampas da marca Anunciação, tem almofadas, bolsas, guarda-chuvas e lenços feitos com suas ilustrações e acaba de lançar uma linha de papéis de parede. A moça não para!

~ Anunciação ~

A marca brasileira com sede em São Paulo, na Rua Oscar Freire e com filiais na Bahia, Goiás, Minas e até na Grécia tem ilustrações de Catalina e roupas desenhadas por Maria Elvira Crosara. Vejam 3 imagens da coleção Primavera-Verão 2013. Mais detalhes e outras fotos aqui.

~Papéis de parede ~

Produzidos e distribuidos pela  Coordonné, os papéis de parede de Catalina transformam qualquer ambiente! Confesso que alguns são muito “ousados”pro meu gosto, mas me apaixonei por esse primeiro, achei super delicado!

Aqui no Brasil eles podem ser encontrados na Wallpaper, em São Paulo ou na ByFloor, no Rio. Lá fora eles são vedidos através do site BloomPaper.

~Produtos em geral ~

Em sentido horário: lenço, almofada, guarda-chuva e bolsa. Tudo desenvolvido pela artista. Dica: que tal emoldurar o lenço e transformá-lo em quadro?

Gostaram?

Até o dia 11 de Fevereiro de 2013 está rolando uma exposição com alguns trabalhos de Catalina no Museu de Arte Moderna de Medellín, na Colômbia. Quem estiver com passagens compradas para lá já tem um passeio garantido! As obras estão expostas em uma sala a céu aberto, bem diferente =)

Quer saber mais? Vistite catalinaestrada.com

Imagens encontradas aqui e aqui.

Dear Andy

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Há tempos queria escrever sobre o “muso” do blog. É meu artista preferido! 

Leio muitos livros sobre Warhol. Ele é um dos artistas mais difundidos do mundo: não só artisticamente mas principalmente comercialmente.

Tanta exposição me fez questionar o fato dele me ser tão bem quisto: odeio massificação!


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Alguns artistas bem famosos parecem viver de arte exclusivamente no intuito de ganhar dinheiro. É claro que o artista quer ganhar dinheiro, e deve, se quer viver da sua arte. Mas trabalhar quase que exclusivamente para “vender”, para “agradar”, não me parece como um artista de verdade deveria trabalhar.

Será que esse era o caso de Warhol? Ele realmente começou como um artista comercial. E era notoriamente obcecado pelo dinheiro e pela fama, e aliás, ele coleciona os dois: artista mais caro do mundo, primeiro pop star do mundo das artes, artista mais influente dos últimos 50 anos, maior expressão da Pop Art, o mais valorizado artista vivo.

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A diferença da arte de Warhol para todos esses outros artistas é a genialidade por trás de seus motivos. Andy soube traduzir os anseios de toda uma geração. Uma geração consumista, obcecada pelas celebridades e pelo medo da morte. Além disso, ele soube criar uma linguagem estética inovadora, de absoluto bom gosto, criando novos padrões que não foram superados até hoje por nenhum outro artista.

Algumas pérolas de Andy:

No futuro todos serão famosos por 15 minutos.

Pedi sugestões a 10 ou 15 pessoas. Finalmente uma amiga me fez a pergunta certa, “Bem, o que você mais ama?” Foi aí que comecei a pintar dinheiro.

Decidi algo: coisas comerciais não prestam. Assim que se tornam comerciais para um mercado de massa não prestam mais.

O que é maravilhoso sobre este país é que os Estados Unidos começaram uma tradição em que os consumidores mas ricos compram essencialmente as mesmas coisas que os pobres. Você pode estar assistindo televisão e bebendo coca-cola, e você sabe que o presidente bebe coca, Liz Taylor bebe coca, e pense, você também pode bebê-la.  Uma coca é uma coca e nenhum dinheiro do mundo pode te comprar uma coca melhor do que a coca que o mendigo da esquina está bebendo. Todas são iguais e todas são boas. Liz Taylor sabe, o Presidente sabe, o mendigo sabe, e você sabe.

Temos muitos motivos pelos quais amar Warhol. Mas no fundo, ele é tão reproduzido e tão querido por apenas um motivo: Andy é cool.

 

As flores de Shinji Ohmaki

Poético, delicado, romântico… esse é o trabalho do artista japonês Shinji Ohmaki.

Usando basicamente pigmentos e feltro branco, Ohmaki é especialista em transformar salas brancas em jardins e caleidoscópios de flores multicoloridas. O resultado final é lindo e o bom é que as obras são interativas e podemos caminhar por cima das flores! Dá vontade de passar o dia dentro de uma sala dessas, diz aí?!

Shinji Ohmaki já teve instalações expostas em diversos locais, como o Museu de Arte de Singapura e a Fundação Hermès. Veja abaixo um video que mostra o processo de produção da obra Echoes-Infinity The Forest, no museu de Singapura.

Quer sabe mais? Visite o site do artista ou da Hermès Foundation.

Meu Limão

A artista brasileira Beatriz Milhazes bateu ontem um recorde. Sua obra “Meu Limão”, foi leiloada na Sotheby’s e adquirida por US$ 2,098 milhões, o equivalente a R$ 4,338 milhões.

Meu Limão, 2000 – Beatriz Milhazes

Com este resultado, a artista volta a assumir o primeiro lugar no ranking de artistas brasileiros vivos com obra mais cara vendida em leilão. O valor da pintura chegou a ultrapassar o de uma das obras de ninguém menos que Andy Warhol.

E você, o que pensa?

Leia a matéria completa aqui.

Feira Hippie de Ipanema

Quem conhece a Feira Hippie de Ipanema no Rio de janeiro sabe onde encontrar bons artesanatos, entre bijoux, bolsas de couro, artigos para casa e muito mais, produtos de muita qualidade e bom gosto.

Mas uma das coisas mais legais da Feira Hippie é a parte das artes plásticas, expostas no interior da Praça General Osório.

Os artistas passam por uma seleção rigorosa e fazem prova para conseguir uma licença para apresentarem e venderem suas obras na Feira que acontece todo domingo.

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O principal tema dos artistas é o Rio de Janeiro.

Confira algumas das obras atualmente em exposição na Feira Hippie:

Almada Ramos

Roberto Gonçalves

José Henrique Lima posa com suas obras

José Henrique Lima
Marcio e Sherley Artes Plásticas

Gilberto Oliveira

O artista Gilberto Oliveira

Pablo Matania

Pablo Matania

Cris Marney

Cris Marney

André Costa

Raphael Medeiros

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Serviço:

Feira Hippie de Ipanema

Praça General Osório

Ipanema – Rio de Janeiro/RJ

Aberta aos Domigos de 9h às 18h

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CONTATOS:

Almada Ramos

www.almada.no.comunidades.net

artealmadaramos.blogspot.com

facebook.com/almadaramos.almada

almada.ramos@hotmail.com

(21) 9191-9193

André Costa

www.andrecostanaif.com.br

andrecostaartnaifrj@yahoo.com.br

(21) 3732-2730

Cris Marney

crismarney.webnode.com.br

crismarneyc.blogspot.com.br

(21) 3617-7975 ou (21) 3026-8048

Gilberto Oliveira

gilberto.barreto1@gmail.com

(21) 9424-4119

Marcio e Sherley Artes Plásticas

(21) 2736-7164

Pablo Matania

ernestoaversa@ig.com.br

(21) 2541-1136

Raphael Medeiros

raphael.jesus@ig.com.br

Fotos: Thiago Ziviani ♥

Mapas – Famille Summerbelle

Que lindo e delicado o trabalho de Simon Summerscales e Julie Marabelle. Eles fazem mapas de diversas cidades recortando papéis.

{Londres}

{Paris}

{Nova York}

{São Francisco}

 

Formada em Belas Artes e Cenografia, Julie é quem idealiza os projetos. Além dos mapas, eles fazem papéis de parede, utensílios de cozinha, bolsas… e já rolou até uma parceria com Issey Myake.

Veja no video abaixo um pouco da produção do mapa de NY, haja paciência e concentração pra não cortar nada errado!

No site da Fammille Summerbelle é possível comprar os mapas recortados originais ou reproduções, além de uma infinidade de outras coisas fofas =)

Arco Íris – Gabriel Dawe

Já tinha esbarrado com o trabalho do artista mexicano Gabriel Dawe em alguns blogs e sites, mas quando vi esta instalação, feita especialmente para a feira de arte contemporânea Miniartextil em Como – Itália, achei que estava na hora de fazer um post sobre ele!

Desta vez, os clássicos fios multicoloridos de Dawe saíram das galerias dos museus e foram parar em um prédio histórico italiano. O contraste dos fios com a arquitetura do local resultou em um efeito lindo, não acham?

O Plexus no. 19, como é chamada esta instalação, foi construído por Gabriel em cerca de 1 semana e, para ele, a melhor parte do dia para apreciar sua obra é pela manhã, quando os raios de sol batem suavemente sobre os fios.

Para ver outras obras do artista clique aqui.

Via MyModernMet